Sobre historicidades e subjetividades
"(...) os sentidos são históricos e fluidos e eles sendo históricos são incorporados em cada cultura historicamente e portanto são variáveis e são modificáveis também. Entretanto quando a gente habita uma cultura a gente habita essa cultura como se ela fosse uma natureza, uma segunda natureza, ou seja, a gente tem uma tendência humana a acolher os sentidos e valores de nossa época histórica a incorporá-los no sentido bem literal. Ela se torna o nosso corpo, e de certa forma a gente forma a gente perde essa visada historicizante e de certa maneira essa visada historicizante ela eh interessante porque permite um recuo crítico permite que vc avalie os valores dos sentidos que vc vai incorporando. sentidos e valores. e a gente incorpora muito rapidamente e sempre de um modo automatizado e ai esses sentidos que são pura produção histórico cultural se tornam como uma natureza pra nos. e isso eh uma tendência muito geral das sociedades humanas em geral. O Bérgson vai dizer que os homens tem, sobretudo, o hábito de ter hábitos o grande habito e como se fosse um recuo para um habito de ter hábitos. E nesse sentido nós vamos a partir de agora tentar configurar, tentar diagnosticar esse complexo cenário em que vivemos agora sempre lembramos que a complexidade do real e da historia não se deixa aprender nunca em sua totalidade o que a gente vai fazer aqui eh tentar traçar linhas de tendências que se tornam cada vez mais dominantes e que vão sendo introjetadas por nos, incorporadas por nos, como natureza e como novas verdades. Sobretudo porque eu jah tinha dito a vocês porque restou a nós ocidentais um único lugar privilegiado de produção de verdades que eh a ciência então esses parâmetros cientificizantes que vão se disseminando pelos mídias e ai entra plenamente o campo da comunicação, vão se disseminando, e vão se tornando novas verdades que nos vamos incorporando como se fossem não uma interpretação possível mas a única eficaz ou a única que possa ser acreditada. Isso que se torna interessante nessa visão historicizante que ai abala essa coincidência com os valores do nosso tempo com os valores e sentidos que porque são compartilhados a gente também cauciona (?) O Oswald de Andrade no manifesto antropofágico vai citar o Visconde de Cairu que diz o seguinte: a verdade eh a mentira muitas vezes repetida. Então também tem essa repetição midiática essa introdução nos mídia de várias novas configurações da subjetividade que vão se espraiando pela sociedade e que nos vamos incorporando de modo inadvertido. Então essa é nossa premissa. Na verdade como eu disse pra vocês nos não vamos achar que o Bérgson e Nietsche disseram a verdade sobre a memória, mas eles fizeram considerações importantíssimas mas a gente vai ver como essas considerações tendem a se esvaziar no paradigma contemporâneo. Se vocês pensarem na vida de vocês nos últimos dez anos a gente pode avaliar uma mudança muito grande. O modo como a gente trata do bem estar e do mal estar vai paulatinamente se transformando não é verdade? Isso historicamente a gente pode circunscrever da seguinte maneira: O século XX é um século por excelência de uma subjetividade que se configura como um homem psicológico. O homem do século XIX é esse homem dotado de uma interioridade e de uma interioridade marcada pelo desejo. Na verdade esse indivíduo dotado de interioridade é uma produção histórica. Mas os campos dos saberes modernos por excelência, as novas ciências empíricas da virada do séc XIX pro XX, psiquiatria criminalística, psicologia, psicanálise, vão produzindo, vão consolidando essa figura. Mas veja bem, não os saberes que criam esse homem interiorizado psicologicamente constituído. É a historicidade que vai configurando esse indivíduo burguês autônomo, dotado de livre arbítrio, e na verdade os campos das ciências também estão no bojo da história então ao mesmo tempo são efeitos de transformações históricas, mas também instrumentos dessas mesmas transformações. Eu gosto muito de trabalhar com esse nexo que é o nexo mais complexo. Se a gente costuma trabalhar simplificando geralmente como causa e efeito. Uma coisa é causa mas eu prefiro trabalhar com uma lógica mais complexa que é a da lógica de efeito que é instrumento.Então é como o campo psíquico que surge, que emerge do século XIX que se consolida ao longo do século XX é um campo que é, ao mesmo tempo, produção de uma historicidade e, ao mesmo tempo, é instrumento de configuração, de consolidação desse homem que a história está forjando. Eu to falando da hist. Ocidental. Nesse sentido a emergência dos campo psi, essa tematização insistente na psicologia no psiquismo humano vai marcar essa configuração subjetiva que é aquela dotada de interioridade. A gente fica assim: Ué, mas os homens não eram assim antes? Não. Não eram. Essa visão de interioridade que a gente jah naturalizou e que nos constitui nos é constitutiva, também é produção histórica. Isso é muito difícil de a gente entender realmente por isso que a gente naturaliza a história. Claro porque ah pensou vc ter noção de que a sua vida é de certa maneira circunscrita historicamente. Isso é desconcertante. Que a gente quer ter uma identidade, quer ter um Eu, que seria próprio e natural. Mas esse eu é produzido historicamente porque ele se configura de um certo modo que é o modo de se subjetivar. O grande historiador dessa perspectiva é o Michel Foucault que vai trabalhar muito a partir do Nietszche, que vai trabalhar a partir dessa idéia que as práticas podem ser as mesmas mas o sentido é histórico e muda porque a gente tem tendência a encontrar uma prática e projetar sobre ela o sentido que é próprio da nossa historicidade e que muitas vezes não tem nada a ver com o sentido daquela prática em outra cultura ou em outro tempo. Eu vou dar um exemplo que eu vou extrair da História da Sexualidade do Foucault é uma obra interessante em três volumes. O Foucault, por exemplo, vai dizer que a homossexualidade como sentido e a gente vai falar um pouco disso emerge no final do século XIX na verdade 1870 em artigo de um cientista que configura essa figura do homossexual. Aí vocês vão dizer: - Mas como? Eu não estou falando da prática, estou falando do sentido. Porque no segundo volume da História da Sexualidade quando o Foucault trabalha Eros na Grécia antiga, ele vai mostrar por exemplo que a relação entre dois homens era uma relação importantíssima na formação da virilidade. Vocês entendem? Então não tem nada a ver com homossexualidade. E a própria contenção dos desejos, das paixões, não era moral. A contenção das paixões, dos desejos, pra gente usar um termo anacrônico (porque é anacrônico, a gente está falando de uma cultura que não se pensava assim, mas a gente é obrigado a falar dela com um vocabulário que não lhe era aceito) mas que por interpretar essa noção que você encontra na Grécia antiga da moderação, não é em nome da moral é em nome de um valor político. A idéia grega é a seguinte. A Grécia é uma civilização muito política então na verdade, governar as próprias paixões...se você consegue governar, moderar as próprias paixões isso te habilita a governar a polis, a cidade. Você só pode governar a polis dos outros se souber se governar. Então é um exemplo de a idéia de limitação da sexualidade, de moderação de uma certa paixão, mas não em favor de uma ascese cristã, de uma virtude, de uma castidade, mas em favor da idéia de que o controle e de um governo de si é um pré-requisito do governo dos outros. Então vocês estão vendo que a prática é a mesma e que o sentido muda? Então voltando ao Eros Grego, o Foucault vai mostrar que as relações entre homens se dava em um certo regime de educação: era o mestre – discípulo muito jovem, a primeira barba indicava que aquele rapaz passava pro lado do homem adulto, então não poderia ser objeto de relação erótica mas era sobretudo uma formação do homem, do cidadão viril, porque na Grécia antiga o que era desvalorizado era a mulher. Então a figura do efeminado esse sim, o Aristóteles nas comédias sempre ridiculariza. E aparece também no Banquete de Platão. Isso (o homem efeminado) era risível. Mas a relação entre homens nesse regime de educação, da Paidéia, não. Era extremamente valorizado, mas tinha um certo limite a primeira barba, e era jovem, muito jovem. Vocês vejam que hoje pensariam em pedofilia. Mas vocês vejam que a infância também é uma produção histórica a noção de infância como momento frágil, vulnerável, carecendo de cuidados especiais, ainda não autônoma, ainda não responsável, também é uma produção histórica. Tem um livro importante: História Social da Família e da Criança, Phillipe Aries, então também é bom vocês lerem esse tipo de texto pra vocês perceberem a historicidade. Porque é muito difícil a gente se descolar dos sentidos que a gente naturaliza. Então eu dei esse exemplo (homossexualidade). Se nos gregos fazia parte da formação da virilidade, anteriormente a 1870, anteriormente desse homem que é uma interioridade, desse homem como uma inclinação feminina como uma inversão de Gênero, havia na visão daquela prática, uma outra interpretação. Que era jurídica, jurídica e econômica, que era a prática da sodomia. Então reparem que o nome muda. Entre a prática da sodomia e a homossexualidade. Mas não é só o nome que muda. Muda também o regime que aquela prática funciona. A prática da sodomia, uma relação entre dois homens, a própria palavra já alude a que? Sodomia? Sodoma e Gomorra, uma circunscrição Bíblica, do que seria um desvio do desejável, sendo prática ela incorria em certas penalidades. Ela era passível de ser perseguida judicialmente e canonicamente. Mas nem era muito. Mas uma coisa é existir uma prática. Outra coisa é existir um modo de ser. A homossexualidade nem é mais configurada uma prática é configurada como um modo de ser interior porque inclusive isso ateh explica a visão ateh vulgar o homossexual inrustido. Mesmo que não haja a prática, é como se aquela inclinação, aquele modo de ser interior, aparecesse naquele corpo de algum modo. Então é muito interiorizado. Pra vocês verem como é importante descolar a prática de sentido. A prática pode parecer a mesma, mas os sentidos variam infinitamente porque são históricos e culturais e tem implicações diferentes. Porque esse indivíduo do homossexualismo é muito mais um ser voltado pra dentro do que aquele homem grego que só conhece a virtude quando política se um feito heróico não for cantado pelos poetas na polis grega, ele nem existe. Existe a idéia de uma virtude interior. Então isso pra vocês terem uma idéias desses deslocamentos históricos. Alguns autores apontam para uma tendência a uma mutação recente. Muito recente. Então eu estava perguntando a vocês se vocês não percebem na própria vida uma mudança de auto-tematização no sentido de mal-estar . Ao longo do séc XX prevalece o campo da (psi) canalise e cologia na compreensão do homem e do mal estar como um conflito por exemplo entre o desejo e a coerção social, por exemplo. O homem foi pensado, em termos gerais, como um ser em conflito interno e ai a psicanálise dava conta disso. Então você tinha mal estar, se sentia meio infeliz, tinha problema nas relações, com os outros e com o mundo, você buscava uma compreensão da sua interioridade. O que eu sinto? Qual a minha história? A minha narrativa? De onde veio esse sentimento? Você buscava essas matrizes da compreensão do mal-estar muito no âmbito do mergulho na interioridade. Uma interioridade marcada por um conflito. Um conflito marcado, sobretudo, entre uma exuberância da sexualidade e as coerções e as limitações próprias ao campo do social. Então se entendia muito assim. Hoje cada vez mais há uma tendência em esvaziar essa interioridade em favor de uma compreensão do mal estar em termos de desajuste e disfunção cerebral. Desajuste bioquímico de um corpo. Ou seja, Os homens cada vez mais remetidos à materialidade bioquímica molecular de seus corpos e nos corpos, o privilégio do cérebro.Isso é muito marcante. Eu vou dar uns exemplos pra vocês eu acho que vcs podem estar cada um de vocês se perguntando em suas próprias vidas como é que os conflitos são resolvidos tendencialmente em favor de uma medicina que oferece respostas, que oferece conforto, que oferece soluções medicamentosas. Muito mais do que há dez anos. Eu gosto de assinalar no cinema, o Bergmam, grande cineasta sueco que acaba de falecer os filmes do Bergman dos anos 60 e ate 70 quando você os vê hoje você observa como aquele contexto histórico vai ficando longe é um contexto histórico de muito investigação da esterelidade muitas vezes dolorosa, muitas vezes a contexto de gritos e sussuros (pra aproveitar o título) persona, o problema da máscara do eu, de quem eu sou, do espírito. Nunca passa pela cabeça dos personagens verificar se seu cérebro está funcionando bem, não passa são questões existenciais. Eu não estou dizendo que isso é certo ou é errado. Eu estou dizendo que há um deslocamento de uma dominação do campo psicológico para o campo biológico.Há um deslocamento no sentido de uma biologização da vida. Quer no campo da genética, quer no campo das neurociências que vão se disseminando pelos mcm e vão se introduzindo na nossa vida. Então hj fica muito difícil inclusive de você ter a paciência que o campo psíquico pedia – porque os processos terapêuticos sempre eram muito longos – em favor hoje de uma demanda por eficácia e por rapidez nos resultados. Visando um desempenho bem azeitado pra vocês. Eu queria lembrar a vocês que a palavra fitnes , esse verbo, esse substantivo, tão conhecido por nós há dez anos talvez não fosse é um substantivo que vem d expressão to fit is que quer dizer exatamente se ajustar, se encaixar, (comentário de um aluno sobre o filme fany & alexander). Claro...é exatamente essa história, desse indivíduo que tem uma história, que essa história ela é uma chave explicativa de seus sofrimentos psíquicos mais tarde, que tem todo um mergulho no EU. Isso não é uma história recente não. Isso já vem gestado pelo menos no séc XVI com Montaigne que fez o primeiro mergulho no EU. Mas já nas confissões de Agostinho. Mas, sobretudo na modernidade, com Montaigne, com Rousseau, a idéia do eu confessional, do eu que se confessa no seu quarto privado. Tem a ver com a distinção entre público e privado e tem a ver com a matriz da literatura moderna que tem muito a desenvolver nesse campo do eu e que por sua vez diz respeito a configuração do indivíduo burguês. Hoje esse indivíduo cada vez menos sistematiza como indivíduo interiorizado conflitado e interiorizante e muito mais como um corpo como uma base material que deve ser prescrutada. A gente deve interferir nessa esfera culturalmente. Isso eh muito curioso. Os filmes do Bergman – é um exemplo muito bom e muito contemporâneo à morte do Bergman - quando a gente assiste hj a gente sente que aquele mundo, aquele modo de se auto-tematizar, aqueles roteiros de subjetivação que são culturalmente produzidos estão em pleno declínio, perdendo a sua vigência. Gosto também de usar outro exemplo cinematográfico. Woody Allen, os filmes dele eram filmes de alguém que se penalizava ao longo de mais de 30 anos. Eles lidavam muito com esse eu conflitivo, esse eu psicanalítico e psicanalisado. Esse eu psi era quase que um tema do Allen. O Woody Allen muito perspiscazmente ele percebe essa tendência a uma mutação histórica. Um exemplo muito interessante é aquele filme onde o personagem perde o foco. Essa perda do foco é uma perda do próprio Woody Allen. Ele mudou de tipo de filme. Ele agora varia outro tipo de filme, e agora ele vai ensaiando vários tipos.Isso é emblemático da alteração de foco do próprio Allen. Ele vivia uma historicidade a fundo e expressava essa historicidade em sua própria cinematografia. Quando essa configuração começa a se alterar é como se o próprio Woody Allen saísse de foco. Não se sustenta mais. E muitas vezes ele vira a mesa ai. Tem um filme que ele dá umas dicas pro rapaz e nessas dicas ta um pouco ironiado o próprio ponto psi. ele mesmo toma esse recuo em relação às suas práticas históricas. Hoje, quando você configura o mal-estar, a tendência é buscar os medicamentos. O que que isso implica? Implica que o mal estar deixa de estar vinculado a um modo de viver, ou seja, em como se efetua aquela existência e passa a ser atrelado a um corpo que funciona bem ou mal que deve buscar se adequar aos processos históricos sociais vigentes. De preferência com uma ótima performance. O que está implicado aí, em uma forma de saída, é uma desmobilização de uma ação política. Transformadora. Que na verdade, existe uma privatização do problema, como se fosse apenas uma responsabilidade daquele indivíduo de alterar o seu sistema corporal para poder se adequar. Quando talvez o mal-estar possa ser também sintomático de uma vida que não está satisfeita, nem feliz, que poderia então ser levado isso adiante, essa insatisfação a levar uma mudança de sua própria vida, como da relação com o mundo, como do próprio mundo. Então há essa tendência crescente hoje, uma medicalização da vida, uma biologização de todos os elementos da personalidade, dos afetos, as faculdades cognitivas e a memória. Então como a gente vai tratar da memória, nesse paradigma contemporâneo, vai ser todo um trabalho nessa direção. O que alguns autores vão chamando de sujeito cerebral. Porque o que acontece também é o seguinte. Essa importância atribuída ao cérebro não é de hoje. O cérebro de Lênin vai ser preservado, existe em Moscou um museu de cérebros de gênios. Como se dentro dessa caixa preta (o cérebro) estivesse contido o segredo da genialidade. Só que hj o que a gente vai chamar de (um galicismo francês) de imageria cerebral, imageria no sentido de produção de imagens no interior do cérebro vivo. Vai finalmente abrir esse cérebro pra pesquisa e pro estudo. Então há por conta da biologia molecular, e das técnicas de ressonância magnética, positrons, todas essas técnicas de captação da imagem no interior do corpo vão fazendo com que se incremente o campo das pesquisas neurocientíficas que, por sua vez, vão se vulgarizando nos mcm e vão se tornando nossas verdades contemporâneas incorporadas de uma maneira irrefletida e o mais importante de a gente refletir sobre essa historicidade é perceber essas implicações. No sentido de desmobilização da ação política. Eu estou chamando de ação política a própria ação de mudar sua própria vida. Não to falando de política partidária. To falando de política vital. É claro porque a psicanálise ela considerava que era um problema daquela vida e não um problema de disfunção cerebral. A psicanálise ela nasce rompendo com essa visão materialista e fisicalista do homem. Ela nasce rompendo. Freud, a grande ruptura de Freud é essa. Não é uma questão de lesão cerebral nem de função. É uma questão de psiquismo. Então eu não estou dizendo que isso foi melhor do que a gente vive hoje mas eu estou dizendo que a gente tende a se reconfigurar como subjetividade e é importante a entender como é que isso funciona e quais são as suas conseqüências. Eu ia dizer um outro exemplo pra trazer um tema pra vcs. Tentem cada um de vcs nas próprias vidas. Hj vc tem muitos termos médicos pra tudo. O próprio vocabulário se contamina. Todo o vocabulário da tristeza passa a ser vertido para a depressão. Hoje é difícil você perceber que está triste, já interpreta, incorpora uma interpretação “deprimido” que já aponta para alguma coisa que não está funcionando bem bioquimicamente. Por um lado é curioso porque tira a responsabilidade do sujeito. Isso de certa maneira alivia de certo modo o sofrimento. Entretanto como desmobiliza esse sujeito, vc fica na mão dos especialistas (...)".
Um comentário:
Valeu Vanessa!
Grande contribuição
Bjus
Ceiça
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